Bioplastia em Lipodistrofia

 

soropositivo campanha contra aidsBioplastia em Lipodistrofia: Lipodistrofia é o nome dado ao efeito colateral em razão do tratamento antirretroviral realizado pelas pessoas soropositivo que leva a uma distribuição anormal de gordura no organismo. Regiões como pernas, braços, nádegas e rosto, permanecem finos enquanto que o abdômen, tórax e nuca, apresentam concentração excessiva de gordura.

A busca pela bioplastia em lipodistrofia se dá, acima de tudo, para resgatar a vida social e a autoestima. Entre as possibilidades, existem as técnicas de enxerto (permanentes ou temporários), com aplicação de prótese em determinadas partes do corpo, a lipoescultura e a utilização de aminoácidos associados a exercícios físicos, para o desenvolvimento de músculos.

Entretanto, a perda de gordura na face é o maior problema a ser encarado, já que uma roupa bem escolhida pode disfarçar o corpo com abdômen preponderante e membros mais magros, enquanto que o rosto fica à mostra o tempo todo. Além disso, aminoácidos associados a exercícios físicos desenvolvem os músculos das pernas e dos braços, mas no rosto, isso não é possível.

Atualmente, a bioplastia em lipodistrofia tem sido um poderoso recurso nos procedimentos médicos e estéticos, promovendo múltiplas alterações no corpo e no rosto, como o preenchimento da região do rosto, sem provocar cicatrizes nem necessitar de pós-operatórios. Isso se dá em razão de que todos os procedimentos com o polimetilmetacrilato (PMMA), produto utilizado na bioplastia, podem ser efetuados em consultório, com anestesia local e sem a necessidade de cortes.

O PMMA é um produto formado por microesferas envoltas em um gel não proteico em que, de 10 a 15% do que é aplicado é absorvido, por este motivo, é efetuada uma nova aplicação na mesma região 30 dias após o procedimento.

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